Como Funciona?

Avaliação Funcional Inicial
Nas primeiras sessões, realizamos o mapeamento detalhado das suas queixas principais — como sintomas de ansiedade, estresse ou quadros depressivos — e do seu histórico de vida. O objetivo técnico é identificar quais padrões comportamentais estão gerando sofrimento e traçar as metas práticas do tratamento.
Mapear as variáveis que mantêm o sofrimento psíquico e definir metas claras.

Análise do Momento Presente
Utilizando os pilares da FAP, passamos a observar como as suas dificuldades interpessoais e travas emocionais se manifestam no aqui e agora, inclusive dentro da própria relação terapêutica. Essa etapa permite identificar e modificar comportamentos disfuncionais de forma direta e operacional.
Modificar comportamentos clinicamente relevantes ao vivo, no aqui e agora.

Flexibilidade Psicológica e Ação focada
Mapeados os padrões operantes, a intervenção utiliza os pilares da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT). Evidências científicas demonstram que a tentativa de suprimir ou controlar pensamentos e sentimentos desconfortáveis (esquiva experiencial) retroalimenta quadros de ansiedade e depressão. Nesta fase, você desenvolve repertórios de aceitação e desfusão cognitiva, aprendendo a discriminar o sofrimento inevitável e direcionando suas ações para o que de fato possui valor em sua vida.
Foco: Desenvolver ações consistentes com os seus valores fundamentais, enfraquecendo a esquiva experiencial.

Generalização e Alta Clínica
A etapa final do processo consiste em transferir com solidez as mudanças comportamentais modeladas no microssistema do consultório (via FAP) para o seu ambiente natural (trabalho, família e relacionamentos em Santos). A literatura analítico-comportamental aponta que a alta terapêutica programada depende da consolidação dessa generalização de ganhos. Quando o repertório flexível se torna autossustentável e as demandas clínicas são mitigadas, o processo é encerrado.
